domingo, 14 de abril de 2013

ASSORAC ASSOCIAÇÃO RAÍZES DA CULTURA Folclore – Comidas Típicas Brasileiras

0,,39779801-EXH,00O preparo dos mais diversos pratos da culinária brasileira está ligado aos aspectos socioculturais de nossa história e recebeu a influência de outros povos que aqui estiveram em épocas passadas e nos Legaram em patrimônio cultural valioso, influenciando e dominando até mesmo na alimentação. A variedade de sabores e preferências regionais, com suas especiarias e temperos próprios, tornam-se irresistíveis ao paladar mais exigente de qualquer arte da cozinha nacional.

A culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredientes europeus, e de outros povos, indígenas e africanos. Muitas das técnicas de preparo e ingredientes são de origem indígena, tendo sofrido adaptações por parte dos escravos e dos portugueses. Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais. A feijoada, prato típico do país, é um exemplo disso. Os escravos trazidos ao Brasil desde fins do século XVI, somaram à culinária nacional elementos como o azeite-de-dendê e o cuscuz. As levas de imigrantes recebidas pelo país entre os séculos XIX e XX, vindos em grande número da Europa, trouxeram algumas novidades ao cardápio nacional e concomitantemente fortaleceu o consumo de diversos ingredientes.
A alimentação diária, feita em três refeições, envolve o consumo de café-com-leite, pão, frutas, bolos e doces, no café da manhã, feijão com arroz no almoço, refeição básica do brasileiro, aos quais são somados, por vezes, o macarrão, a carne, a salada e a batata e, no jantar, sopas e também as várias comidas regionais.
As bebidas destiladas foram trazidas pelos portugueses ou, como a cachaça, fabricadas na terra. O vinho é também muito consumido, por vezes somado à água e açúcar, na conhecida sangria. A cerveja por sua vez começou a ser consumida em fins do século XVIII e é hoje uma das bebidas alcoólicas mais comuns.
Os índios brasileiros tinham uma mesa farta e variada, graças à abundância da caça, pesca e dos frutos silvestres, de que se serviam. A farinha de mandioca tão popular entre o povo, do mais simples ao mais requentado, é uma herança indígena. Depois de retirar a raiz, secavam-na ao sol ou ralavam-na ainda fresca numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontiagudas, transformando-a em farinha alva, empapada que colocavam para escorrer e secar num recipiente comprido de palha trançada. O resultado é o tucupi,
ingrediente essencial no preparo de um famoso prato da cozinha brasileira: o pato no tucupi. Além de ser usado como farofa ou para fazer beijus, pirões, sopas e mingaus, o tucupi pode ser servido como sobremesa, regado com mel. As bebidas eram extraídas dos ananás, do caju, guaraná, jenipapo, acaiá e outros produtos nativos.
O milho muito usado pelos índios foi amplamente aceito pelos portugueses, de paladar mais refinado, que preferiam a comida preparada pelas escravas negras do que as da mão indígena. As negras eram mais experientes eram mais caprichosas na arte de comer bem e assim, introduziram o coco-da-baia, o azeite de dendê, a pimenta malagueta, o feijão preto, o quiabo e outros ingredientes para a elaboração de pratos mais requintados.
A união das três raças criou uma cozinha tipicamente brasileira, desenvolvendo o uso constante da
panela de barro, da colher de pau e do fogão de lenha, indispensáveis para aprimorar
qualquer quitute.

Folclore e superstições alimentares


A maioria das superstições brasileiras à mesa tem origem portuguesa. Algumas tribos indígenas evitavam apenas comer seus animais totem e os escravos tinham o costume de não deixar restos de comida no prato para que não pudessem ser utilizados por seus inimigos.
A base das restrições envolve a mistura de comidas e a ingestão de bebidas após certos alimentos. A salada de frutas, por exemplo, era mal vista devido a isso. Da mesma forma, a ingestão de cachaça após certos alimentos como leite, mangas, melancias, bananas e farinha,[ ou o leite com pinhas, banana-anã, jacas e principalmente, mangas. O leite, aliás, por ser visto como um alimento completo não necessitaria de outros e por isso a mistura faria mal à saúde. Outras restrições envolvem o comer em excesso que causaria doenças, como o consumo da cana-de-açúcar e de melancias ao sol e ainda outros alimentos teriam efeitos medicinais, como a cachaça que cortava os efeitos da gripe e dos resfriados e as frutas cítricas.
Algumas crenças envolviam o credo religioso católico, quando evitavam falar “nomes feios” à mesa, comer despido, ou de chapéu, por acreditar que fosse uma ofensa a Jesus, ao Anjo da Guarda ou a algum santo que estivesse presente durante as refeições. Ainda devido a religião era o tabu dos treze convivas à mesa, isso porque durante a Última Ceia, havia treze pessoas à mesa.
Aquando da utilização do fogão à lenha algumas superstições envolviam o acendimento e o apagamento da chama. Por exemplo, a utilização de papel para acender o fogo, fazia com que a comida ficasse sem sabor. Não se devia apagar o fogo com água,[ ou pisando-se sobre as brasas,nem acendê-lo pelo meio ou atiçá-lo com objetos metálicos. Jogava-se alho ao fogo para afugentar o diabo quando o fogo estivesse soltando faíscas.
Durante o preparo, há ainda a crendice da boa e da má mão. Ter boa mão é preparar a comida com qualidade, de forma rápida. Culpa-se a má mão quando não se acertam os temperos ou o preparo. Ainda outras crenças envolvendo o preparo incluem o mexer a comida em uma única direção e por uma única pessoa e a proibição de bater na borda da panela com a colher o que poderia ameaçar o preparo, “fazê-lo desandar”.
Comidas tipicas do Brasil:
- Pé de Moleque
  • Barreado
    - Bolo de Batata Doce
    - Bolo de Fubá
    - Quindim
    - Mungunzá
    - Canjica
    - Pamonha
    - Maria Mole
    - Feijoada
    - Pão de Queijo
    - Churrasco
    - Arroz de Carreteiro
    - Barreado
    - Caldeiradas de Peixes
    - Carne de Sol e charque
    - Buchada de Bode

ASSORAC ASSOCIAÇÃO RAÍZES DA CULTURA Brincadeiras Folclóricas

amarelinhaBrincadeiras Populares ou brincadeiras Folclóricas, são aquelas brincadeiras antigas e que são passadas de geração para geração mantendo suas regras básicas de origem. Muitas delas existem há séculos, e por vezes costumam ter variações ou sofrer modificações de acordo com a região do Brasil, porém os objetivos das brincadeiras são sempre os mesmos. A preservação destas brincadeiras é muito importante pra a preservação da história e do folclore do nosso país. O mês de Agosto é dedicado ao folclore por isso por isso o Portal Brasil Cultura apresenta abaixo algumas brincadeiras famosas e interessantes que ainda hoje agradam as crianças de diversas faixas etárias.


pipaPipa: Também conhecida como papagaio, pandorga, raia, é geralmente uma brincadeira para meninos, e são feitas de papel de seda colorido e varetas de madeira. Em dia de vento as pipas são soltas pelos meninos, através do fio que as prende a um carretel o menino pode manusea-la nos céus. Entretanto é bom lembrar que as pipas não vem ser soltas perto  da rede elétrica já que a mesma pode encostar num fio do poste e causar um choque violento. O bom é soltar a pipa na praia, ou no campo.

esconde_escondeEsconde-esconde: A criança tem de se esconder e não ser encontrada, a criança que deverá procurar os demais elementos do grupo deve permanecer de olhos fechados e contar até 10 para que todos tenham tempo de se esconder. Após a contagem, a criança sai em busca dos amiguinhos que estão escondidos. Para ganhar, a criança que está procurando deve encontrar todos os escondidos e correr para a base.
pegaPega-pega: Esta brincadeira envolve muita atividade física. Uma criança deve correr e tocar outra. A criança tocada passa ter que fazer o mesmo.


bola-de-gudeBolinha de gude: Bolinhas coloridas e feitas de vidro, são jogadas num circulo feito no chão de terra pelos meninos. O objetivo é bater na bolinha do adversário e tira-la de dentro do circulo  para ganhar pontos ou a própria bola do colega.

34--bafo bafoBate figurinha: Os meninos reúnem as figurinhas dos álbuns que são repetidas, fazem um montinho e batem a mão sobre elas, as que virarem ao contrário é ganha por quem bateu a mão. O jogo é feito de comum acordo entre todos, e só vale bater figurinhas repetidas para que ninguém saia no prejuízo.


03piaoRoda Pião: Feitos de madeira, os piões são rodados no chão através de um barbante que é enrolado e puxado com força.  Para deixar mais emocionante a brincadeira, muitos meninos fazem malabarismo com os piões enquanto eles rodam. O mais conhecido é pegar o pião com a palma da mão enquanto ele está rodando.
Além de todas estas brincadeiras antigas também temos no folclore brasileiro muitos contos, danças, festas e lendas que podem divertir as crianças e transmitir-lhes a nossa cultura popular.

ASSORAC ASSOCIAÇÃO RAÍZES DA CULTURA Breve historia das Artes Plasticas

historiaarteAs artes plásticas ou belas-artes são as formações expressivas realizadas utilizando-se de técnicas de produção que manipulam materiais para construir formas e imagens que revelem uma concepção estética e poética em um dado momento histórico. O surgimento das artes plásticas está diretamente relacionado com a evolução da espécie humana.



Arte na Pré-História  pre_historia 01
As primeiras obras de arte datam do período Paleolítico. Entre as obras mais antigas já encontradas estão pequenas estátuas humanas como, por exemplo,  a Vênus de Willendorf (aproximadamente 25000 a.C.). Os mais conhecidos conjuntos de pinturas em cavernas ( arte rupestre ) estão em Altamira, na Espanha e datam de 30000 a.C. a 12000 a.C.; e em Lascaux, na França  de 15000 a.C. a 10000 a.C. , onde se encontram pinturas rupestres de animais pré-históricos como: cavalos, bisões, rinocerontes. Estas pinturas indicam rituais pré-históricos ligados à caça. As imagens demonstram um  naturalismo e evoluem da monocromia à policromia entre os anos de 15000 a.C. a 9000 a.C.

mesopotamia02Arte Mesopotâmica
Na região entre os rios Tigre e Eufrates desenvolveu-se a civilização mesopotâmica.  Nesta região, sumérios, babilônios, assírios, caldeus e outros povos desenvolveram uma arte que demonstra a religiosidade e o poder dos governantes. São touros alados, estatuetas de olhos circulares, relevos em paredes representando guerras e conquistas militares e animais e pictogramas representando fatos da realidade daqueles povos.

Arte do Egitoegito03
 No Antigo Egito as obras de arte possuíam um possui forte caráter religioso e funerário.Essas características podem ser explicadas em função da crença que os egípcios tinha na vida após a morte. Há representações artísticas de deuses, faraós e animais explicadas por textos em escrita hieroglífica. As pinturas eram feitas nas paredes das pirâmides ou em papiros. Representavam o cotidiano da nobreza ou tratava de assuntos do cotidiano. Uma das características principais da arte egípcia é o desenho chapado, de perfil e sem perspectiva artística.

grecia_04Arte na Grécia Antiga
A cultura e a arte minóica desenvolveu-se na ilha grega de Creta. Nas pinturas dos murais as cores diversificadas mostram-se fortes e vivas. Desenhos de touros, imagens abstratas, símbolos marinhos e animais ilustram a cerâmica.
O período clássico da arte grega é a época de maior expressão da arte grega. A natureza é retratada com equilíbrio e as formas aproximam-se da realidade. A perspectiva aparece de forma intensa nas pinturas gregas deste período. Nas esculturas de bronze e mármore, destacam-se a harmonia e a realidade. Os principais escultores são Mirón, Policleto, Fídias, Praxíteles. A arquitetura e a ornamentação de templos religiosos, como o Partenon, a acrópole de Atenas  e o templo de Zeus na cidade de Olímpia mostram força e características expressivas.
No período helenístico, ocorre a fusão entre as artes grega e oriental. A arte grega assume aspectos da realidade, fruto do domínio persa. Nas esculturas verifica-se dramaticidade e as formas decorativas em excesso. Entre as obras mais representativas deste período estão: Vitória da Samotrácia , Vênus de Milo e o templo de Zeus, em na cidade de Pérgamo.

Arte Romana do Ocidente e do Oriente ( Arte Bizantina )( Arte Bizantina ) 05
Com forte influência dos etruscos, a arte romana antiga seguiu os modelos e elementos artísticos e culturais  dos gregos e chega a “copiar” estátuas clássicas. É a época da construção de monumentos públicos em homenagem aos imperadores romanos. A pintura mural recorre ao efeito tridimensional. Os afrescos da cidade de Pompéia (soterrada pelo vulcão Vesúvio em I a.C.) são representativos deste período.
No Império Romano do Oriente ( Império Bizantino ) com capital em Constantinopla (antiga Bizâncio), aparece a arte bizantina, sob forte  influência da Grécia . Podemos destacar as pinturas murais, os manuscritos, os ícones religiosos e os mosaicos de cores fortes e brilhantes, carregados de profundo caráter religioso.

rena06Arte Renascentista: O Renascimento Cultural (séculos XV e XVI)
Os elementos artísticos da Antiguidade clássica voltam a servir de referência cultural e artística. O humanismo coloca o homem como centro do universo ( antropocentrismo ). São características desta época : uso da técnica de  perspectiva, uso de conhecimentos científicos e matemáticos para reproduzir a natureza com fidelidade. Na pintura, novas técnicas passam a ser utilizadas : uso da tinta a óleo, por exemplo, buscava aumentar a ilusão de realidade.
A escultura renascentista é marcada pela expressividade e pelo naturalismo. A xilogravura passa a ser muito utilizada nesta época. Entre as pinturas destacam-se:  O Casal Arnolfini, de Jan van Eyck; A Alegoria da Primavera, de Sandro Boticcelli; A Virgem dos Rochedos, Monalisa e A Última Ceia de Leonardo da Vinci; A Escola de Atenas, de Rafael Sanzio; o teto da Capela Sistina e a escultura Davi de Michelangelo Buonarotti.

Maneirismo (século XVI)Maneirismo (século XVI) 07
Ao romper com as referências clássicas de idealização da beleza, o maneirismo diferencia-se por suas imagens distorcidas e alongadas. A natureza é representada de forma distorcida e realista, sendo que as figuras bizarras aparecem com freqüência. Obras mais importantes do maneirismo: O Juízo Final, de Michelangelo; A Crucificação, de Tintoretto; e O Enterro do Conde de Orgaz, de El Greco. 

barroco08Barroco: arte barroca (1600 a 1750)
A arte barroca destaca a cor e não o formato do desenho. As técnicas utilizadas dão um sentido de movimento ao desenho. Os efeitos de luz e sombra são utilizados constantemente como um recurso para dar vida e realidade à obra. Os temas que mais aparecem são: a paisagem, a natureza-morta e cenas da vida cotidiana.
Obras barrocas mais conhecidas: A Ceia em Emaús, de Caravaggio; A Descida da Cruz, de Peter Paul Rubens; A Ronda Noturna, de Rembrandt; O Êxtase de Santa Teresa, de Gian Lorenzo Bernini; As Meninas, de Diego Velásquez; e Vista de Delft, de Jan Vermeer. 

Rococó (1730 a 1800)rococo09
O estilo rococó é marcado por pinturas com tons claros, com linhas curvas e arabescos. O estilo é bem decorativo e a sensualidade aparece em destaque. Os afrescos ganham importância e são utilizados na decoração de ambientes interiores.
Artistas mais importantes do rococó: Jean-Antoine Watteau, Giovanni Battista Tiepolo, François Boucher e Jean-Honoré Fragonard. 

neoclassicismo 10Neoclassicismo (1750 a 1820)
Novamente os elementos e valores da arte clássica ( grega e romana ) são resgatadas.. Há uma incidência maior do desenho e da linha sobre a cor. O heroísmo e o civismo são temas muito explorados neste período.
Principais obras: Perseu com a Cabeça da Medusa, de Antonio Canova; O Parnaso, de Anton Raphael Mengs; O Juramento dos Horácios e A Morte de Sócrates, de Jacques-Louis David; e A Banhista de Valpinçon, de Jean-Auguste-Dominique Ingres. 

Romantismo nas artes plásticas (De 1790 a 1850)romantismo 11
Subjetividade e introspecção, sentimentos e sensações são características deste período. A literatura romântica, os elementos da natureza e o passado são retratados de forma intensa no romantismo.São representantes desta época o artista Francisco Goya y Lucientes. Algumas de suas principais pinturas são: A Família de Carlos IV, O Colosso e Os Fuzilamentos do Três de Maio de 1808. Outras obras românticas : A Balsa da Medusa, de Théodore Géricault; A Carroça de Feno, de John Constable; A Morte de Sardanapalo, de Eugène Delacroix; e O Combatente Téméraire, de Joseph William Turner. 

realismo-12Realismo (De 1848 a 1875)
O realismo destaca a realidade física através da objetividade científica e crua. Estas obras são inspiradas pela vida cotidiana e pela paisagem natural. Aparecem fortes críticas sociais e elementos do erotismo, provocando criticas dos setores conservadores da sociedade européia do século XIX. Principais pinturas: Enterro em Ornans, de Gustave Courbet; Vagão de Terceira Classe, de Honoré Daumier; e Almoço na Relva, de Édouard Manet. 

Impressionismo (De 1880 a 1900)Impressionismoimpre 13
Através da luz e da cor os artistas do impressionismo buscam atingir a realidade. As obras são feitas ao ar livre para aproveitar a luz natural. Obras mais conhecidas: Impressão, Nascer do Sol, de Claude Monet, A Aula de Dança, de Edgar Degas; e O Almoço dos Remadores, de Auguste Renoir.

Pós-impressionismo 14Pós-impressionismo
É o período marcado pelas experimentações  individuais. Os artistas buscam a realidade e imitam a natureza, utilizando recursos de luz e cor. O cromatismo é muito utilizado.As cores mais intensas são exploradas por Vincent Van Gogh com pinceladas fortes e explosivas, como em Noite Estrelada. Henri de Toulouse-Lautrec usa a técnica da litogravura.

expressionismo 15Expressionismo 
Artistas plásticos de diferentes períodos são considerados precursores do expressionismo, entre eles Goya, Van Gogh, Gauguin e James Ensor. O expressionismo pode ser considerado como uma postura assumida em diversas formas de manifestação artística durante o século XX. Vários artistas desta trabalham nessa linha, sem ligar-se a movimentos ou a grupos. Podemos citar alguns: Edvard Munch, Emil Nolde, Amedeo Modigliani, Oskar Kokoschka, Egon Schiele, Chaim Soutine, Alberto Giacometti e Francis Bacon.

Cubismo 16Cubismo ( De 1908 a 1915 )
Este estilo rompeu com os elementos artísticos tradicionais ao apresentar diversos pontos de vista em uma mesma obra de arte. As formas geométricas são utilizadas muitas vezes para representar figuras humanas. Recortes de jornais, revistas e fotos são recursos utilizados neste período. São obras representativas desta época: Les Demoiselles d’Avignon, de Pablo Picasso, e Casas em L’Estaque, de Georges Braque.  

Dadaísmo  (Décadas de 1910 a 1920)dadaismo-17
Revolucionário, anárquico e anticapitalista, o dadaísmo, prega o absurdo, o sarcasmo, a sátira crítica e o uso de diversas linguagens, como pintura, poesia, escultura, fotografia e teatro. Destacam-se os artísticas: Hugo Ball, Hans Arp, Francis Picabia, Marcel Duchamp, Max Ernst, Kurt Schwitters, George Grosz e Man Ray.  

surrealismo 18Arte Surrealista (Década de 1920)
Os artistas exploram o inconsciente e as imagens  que não são controladas pela razão. O surrealismo usa associações irreais, bizarras e provocativas. O rompimento com as noções tradicionais da perspectiva e da proporcionalidade resulta em imagens estranhas e fora da realidade.
Obras: Auto-Retrato com Sete Dedos, de Marc Chagall; O Carnaval do Arlequim, de Joan Miró; A Persistência da Memória, de Salvador Dalí; A Traição das Imagens, de René Magritte; e Uma Semana de Bondade, de Max Ernst, são algumas das obras mais representativas. 

Pop Art  (Década de 1950)Pop Art 19
As histórias em quadrinhos e a mídia visual e impressa são os elementos de referência da pop art. Humor e crítica ao consumismo são constantes nas obras de pop art. Artistas mais conhecidos: Richard Hamilton, Allen Jones, Robert Rauschenberg, Jasper Johns, Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Tom Wesselman, Jim Dine, David Hockney e Claes Oldenburg.

Arte-conceitual 21Arte Conceitual  (Década de 1960)
Textos, imagens e objetos são as referências artísticas deste tipo de arte. A obra deve ser valorizada por si só. Um dos meios preferidos dos artistas conceituais é a instalação, ou seja, um espaço de interação entre a obra e o espectador. Até mesmo a televisão e o vídeo são usados nas instalações. Destacam-se os seguintes artistas: Joseph Beuys, Joseph Kosuth, Daniel Buren, Sol Le-Witt (principal representante do Minimalismo) e Marcel Broodthaers, Nam June Paik, Vito Acconci, Bill Viola, Bruce Naumann, Gary Hill, Bruce Yonemoto e William Wegman.

ASSORAC ASSOCIAÇÃO RAÍZES DA CULTURA Adivinhas – Folclore

adivinhasAs adivinhas, também conhecidadas como advinhações ou “o que é, o que é” são perguntas em formato de charadas desafiadoras que fazem as pessoas pensar e se divertir. São criadas pelas pessoas e fazem parte da cultura popular e do folclore brasileiro. São muito comuns entre as crianças, mas também fazem sucesso entre os adultos.
Alguns exemplos de adivinhas:
- O que é que é surdo e mudo, mas conta tudo?
Resposta: o livro
- O que é o que é que sempre se quebra quando se fala?
Resposta: o segredo
- Ele é magro pra chuchu, tem entes mas nunca come e mesmo sem ter dinheiro, dá comida a quem tem fome?
Resposta: o garfo
- O que é que passa a vida na janela e mesmo dentro de casa, está fora dela?
Resposta: o botão
- O que é o que é feito para andar e não anda?
Resposta: a rua
- O que é o que é que dá muitas voltas e não sai do lugar?
Resposta: o relógio
- Qual é a piada do fotógrafo?
Resposta: ninguém sabe, pois ela ainda não foi revelada.
- O que é o que é que sobe quando a chuva desce?
Resposta: o guarda-chuva.
- Você sabe em que dia a plantinha não pode entrar no hospital?
Resposta: em dia de plantão.
- Qual a única pedra que fica em cima da água?
Resposta: a pedra de gelo.
- O que é um monte de pontinhos coloridos no meio do mato?
Resposta: formigas treinando para o carnaval!
- O que é um pontinho verde brilhando na cama de um hospital?
Resposta: uma ervilha dando à luz
- O que a esfera disse para o cubo?
Resposta: deixa de ser quadrado.
- O que é o que é que esta sempre no meio da rua e de pernas para o ar?
Resposta: a letra U
- O que é o que é que anda com os pés na cabeça?
Resposta: o piolho
- É um pássaro brasileiro e seu nome de trás para frente é igual.
Resposta: arara.

Despesas com cultura poderão ficar fora de contingenciamento orçamentário

Projeto que inclui despesas orçamentárias destinadas à cultura entre as que não podem ser contingenciadas foi aprovado nesta terça-feira (12) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e segue para decisão da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
A proposta (PLS 20/2011 – Complementar ) modifica a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000) para estender às despesas com a cultura a mesma proteção dada aos gastos considerados obrigações constitucionais do município, estado ou União.
A autora, Lídice da Mata (PSB-BA), propõe a medida para garantir continuidade de ações programadas para o setor de cultura, considerada por ela “agente catalisador da inovação e da expressão da criatividade nacional e, também, de instrumento essencial e prioritário para o bem-estar e o desenvolvimento do povo brasileiro”.
No mesmo sentido, o relator, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), destaca o papel das manifestações culturais de uma nação como expressão de seus grupos sociais, a serviço do “entrelaçamento e coesão” da sociedade.
Para o relator, o setor tem sido marginalizado, sendo insuficiente o investimento público para formação de artistas e apoio às manifestações culturais, apesar da crescente importância econômica das mesmas. E como agravante a essa falta de recursos, Aloysio Nunes vê o contingenciamento de verbas e a consequente interrupção de projetos culturais como uma ameaça ao setor.
– Ao incluir as despesas com a cultura entre aquelas que não sofrerão limitação de empenho e movimentação financeira, ao lado de outras despesas orçamentárias excepcionadas pela Lei de Responsabilidade Fiscal, a proposição busca resguardar e proteger atividades que representam, juntamente com sua profunda significação social e econômica, uma dimensão de todo essencial para a realização plena e multiforme da nação brasileira – disse o relator.

Faculdade de Artes Dulcina de Moraes passará a ser pública

Quem admira o teatro, seus encantos e mistérios entende a angústia que por anos acomete a comunidade acadêmica e artística que frequenta ou frequentou a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Situada no Setor de Diversões Sul, mais  conhecido como Conic, a instituição, que tem como mantenedora a Fundação  Brasileira de Teatro (FTB), passa há anos por diversos problemas financeiros e  administrativos: falta de remuneração dos professores, escassez de investimentos  em infraestruturas, conservação inadequada do acervo artístico, dentre outros.
Tais entraves influenciaram diretamente no desempenho da faculdade que já chegou  a contar com dois mil estudantes. Hoje, somente 200 frequentam as salas de artes  do local.

Em uma tentativa de reverter esse quadro, o Governo do Distrito Federal (GDF)  assumirá o projeto pedagógico da faculdade, tornando-a a primeira instituição  pública distrital voltada exclusivamente para o ensino de artes. De acordo com o  secretário de Governo do DF, Gustavo Ponce de Leon, o GDF já estudava uma forma  de criar uma faculdade de artes para suprir a carência das escolas da rede  pública e do próprio mercado regional. “A Dulcina de Moraes também é um  patrimônio artístico e cultural do DF”, acrescentou.

Articulação
A articulação que culminou nesta decisão  inédita teve início ano passado. Conforme os rumores de fechamento da  instituição ganhavam força e percebendo o caos que a cada dia se tornava mais  real, o estudante do 7º semestre de Artes Visuais e artista plástico, Adeilton
Oliveira, 39 anos, iniciou uma mobilização com universitários para reivindicar  uma posição do GDF a fim de encontrar uma solução para a faculdade.

Após negociações e articulações iniciadas em novembro de 2012  e a criação de  uma frente parlamentar em defesa da faculdade, o movimento foi ganhando  aderência e reconhecimento. No dia 8 de março, foi realizado um ato simbólico no  prédio da faculdade. O “Abraço Salve Dulcina” reuniu cerca de 150 professores,  alunos e funcionários da faculdade e autoridades na praça Zumbi dos Palmares, no  Conic. Além disso, os universitários lançaram um abaixo-assinado virtual chamada  o S.O.S Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, que recolheu cerca de 683  assinaturas cobrando uma medida do GDF e da Câmara Legislativa.

De acordo com a chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Natália Duarte,  a previsão, é que o GDF assuma a manutenção da faculdade no segundo semestre de  2013. “O governo tem o compromisso de assegurar o funcionamento do Dulcina para  que os estudantes possam concluir seus cursos, o que é um direito básico”,  afirma. Ponce de Leon ressalta que o GDF não se responsabilizará pelas dívidas  da mantenedora, mas apenas pelo projeto pedagógico da instituição.

Adeilton afirma que a iniciativa do GDF foi extremamente bem recebida pela  comunidade. “A Dulcina foi a primeira faculdade de artes do Brasil. E o fato de  termos a oportunidade de estudar em uma instituição pública dá um grande  prestígio no currículo”. E complementa: “Ninguém quer um diploma de uma  faculdade falida”.

O estudante afirma que tal ação terá impacto direto no mercado de professores
de artes do DF: “o Dulcina forma, por semestre, cerca de 60 professores enquanto
que na UnB são apenas cinco ou seis. Asseguro que 80% dos professores de artes
do DF foram formados no Dulcina”.

Hugo Rafael Soares, 30 anos, é professor de artes cênicas e se graduou na
instituição. Para ele, a medida mais benéfica da intervenção do GDF será o
asseguramento de pagamento aos professores: “temos agora a certeza de que os
professores serão pagos em dia e que os alunos poderão concluir seus
cursos”.

Para o estudante do 5ª semestre de bacharelado em Interpretação Teatral e um
dos idealizadores das mobilizações, Júnior Ribeiro, 19 anos, “ter a certeza de
que o patrimônio cultural e artístico de Dulcina de Moraes será preservado é
motivo de muita alegria para nós, estudantes e admiradores dela”. Para ele, o
maior mérito da decisão do GDF será para os jovens que querem estudar e viver de
arte: “Não é fácil trabalhar com arte no Brasil. E com essa transformação do
Dulcina em uma faculdade pública, mais jovens carentes terão oportunidades de
concorrer a uma vaga”, assegura.

Histórico
A Faculdade de Artes Dulcina de Moraes foi
inaugurada em meados de 1970 pela atriz, diretora, produtora de espetáculos e
professora de artes cênicas Dulcina de Moraes. À época, influenciada pelo
presidente Juscelino Kubitscheck, Dulcina mudou-se para Brasília, transferindo a
sede da Fundação Brasileira de Teatro para a cidade. Construiu, com projeto de
Oscar Niemeyer, o novo Teatro Dulcina e uma das primeiras faculdades de artes
efetivamente autorizadas e reconhecidas no país. Resultado desse empenho, a
Faculdade Dulcina tornou-se responsável pela formação de milhares de artistas e
arte-educadores na região Centro-Oeste e em todo o Brasil. Para ela, a vocação
de Brasília era de ser o grande pólo de cultura do país.

A Faculdade oferece cursos de graduação em licenciatura e bacharelado em
Artes Cênicas, licenciatura em Artes Visuais e Pós-Graduação nos cursos de
Direção Teatral, História das Artes Visuais e Gestão de Espaços e Projetos
Culturais.

Dulcina de Moraes nasceu em 1908, na cidade de Valença, no Rio de Janeiro.
Foi atriz, diretora, produtora de espetáculos e professora de artes cênicas, e é
considerada pela crítica como a mais importante intérprete teatral brasileira no
Século XX. Fernanda Montenegro, uma das mais importantes atrizes do Brasil,
afirma que Dulcina foi uma de suas referências no teatro.

Em reconhecimento à importância de sua obra, o governo do Distrito Federal
assinou, em 2008, o tombamento do Teatro Dulcina e dos acervos fotográficos,
cênico e de textos da atriz como Patrimônio Cultural do DF. Além disso, por meio
de decreto, dedicou o ano à grande dama do teatro brasileiro.

 

Gilberto Gil e Juca Ferreira lançam livro no Rio de Janeiro

 
  • Ministros da Cultura durante o governo Lula, entre 2003 e 2010,
    Gilberto Gil e Juca Ferreira lançaram o livro Cultura pela Palavra –
    coletânea de artigos, entrevistas e discursos dos Ministros da Cultura
    2003-2010
    , na Livraria da Travessa, em Ipanema, Rio de Janeiro, na noite da
    última terça-feira (9).
  • Economia criativa, cultura digital e temas polêmicos, como o
    modelo de renúncia fiscal (Lei Rouanet) e a regulamentação do setor audiovisual,
    são abordados na obra de 600 páginas, que tem como organizadores Armando
    Almeida, Maria Beatriz Albernaz e Mauricio Siqueira.
  • O evento de lançamento contou também com a presença da atriz
    Marisa Orth.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Suspeito de matar estudante na PB disse que mataria qualquer pessoa Jefferson disse que faria qualquer coisa por mais dinheiro para droga. Ele teme pela sua segurança na cadeia e 'duvida que saia de lá com vida'.

Suspeito de matar estudante na PB disse que mataria qualquer pessoa

Jefferson disse que faria qualquer coisa por mais dinheiro para droga.
Ele teme pela sua segurança na cadeia e 'duvida que saia de lá com vida'.

Romero Rodrigues assumiu a administração da cidade em 1º de janeiro. G1 mostra como andam as principais propostas em 10 temas.



Durante as eleições de 2012 o G1 pediu para que todos os candidatos à Prefeitura de Campina Grande listassem, em 140 caracteres, as principais propostas em 10 temas: assistência social, educação, iluminação, lixo, orçamento, plano diretor,  saneamento, saúde, segurança e transporte.
Eleito em outubro, Romero Rodrigues, do PSDB, assumiu a administração da cidade em 1º de janeiro. Após 100 dias do início do mandato, como andam as propostas de campanha? Confira abaixo.
Assistência Social - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)Assistência Social - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)
COMO ANDA: Houve preocupação no levantamento máximo de informações essenciais para os primeiros passos da nova gestão. Na prática, tivemos que levantar praticamente todos os dados importantes nos programas básicos e já apresentar soluções para inúmeras crises geradas pela má gestão. Então, em termos gerais, priorizamos a manutenção dos programas, com o cuidado de sanarmos problemas gerenciais.
O G1 entrou em contato com o secretário de Assistência Social, Rubens Nascimento, mas as ligações não foram atendidas.
Educação - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)Educação - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)
COMO ANDA: Além de agilizar as providências para o início do ano letivo, com fardamento e material escolar para as crianças da rede municipal de ensino, também houve a entrega do primeiro ônibus escolar ao distrito de Galante. Nesta quarta-feira (9), serão entregues mais três veículos de transporte escolar. Está sendo implantando o pagamento do piso nacional do Magistério e a merenda escolar extra deverá ser implantada ainda este semestre. "Já mandamos elaborar estudos para, se possível, ainda este ano, pagarmos o 14º salário aos professores e servidores das escolas que alcançarem metas de excelência", explicou o prefeito.
Há 24 dias em greve, os professores e técnicos da educação em Campina Grande já realizaram três assembleias onde decidiram pelo início e manutenção da interrupção de suas atividades, em contraposição às propostas da Secretaria Municipal de Educação. Conforme o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab), os grevistas reclamam o pagamento integral do piso nacional do magistério e pagamento de 10% por gratificação de insalubridade aos servidores técnico-administrativos. Segundo a secretária de Educação, Verônica Bezerra, foram adquiridos já este ano quatro novos ônibus para auxiliar no transporte escolar, houve reajuste de 10% concedido aos professores, contemplados com piso superior ao do magistério nacional.
Iluminação - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)Iluminação - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)
COMO ANDA: "Com vários projetos de intervenção urbana aprovados ou em vias de aprovação, temos a alegria de informar que a iluminação das vias faz parte do pacote de investimentos previsto para aplicação ainda este ano", explicou Rodrigues. Ele designou à Secretaria de Serviços Urbanos um projeto que contemple os principais corredores viários da cidade, especialmente setores da Avenida Floriano Peixoto e da Avenida Canal.
Lixo - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)Lixo - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)
COMO ANDA: A regularização da coleta domiciliar de resíduos sólidos é apontada como uma das primeiras medidas da gestão. "Mantemos firme a decisão de, dentro do padrão exigido pela política de tratamento de resíduos sólidos em vigência no Brasil, criar um novo aterro sanitário em Campina Grande", garantiu. A solução atual, fazendo uso de terreno em Puxinanã, será revista.
No segundo dia de gestão, em 2 de janeiro, a Prefeitura de Campina Grande iniciou parceria com o Governo da Paraíba fomentando um mutirão que durou cerca de um mês, buscando atender prioritariamente 23 bairros que contavam com dificuldades na coleta de lixo, limpeza urbana e defasagem das vias públicas. Segundo o secretário de Obras do município, Geraldo Nobre, apenas nos dois primeiros dias do mutirão que promoveu a limpeza urbana e desobstrução de galerias de esgoto, 1,6 tonelada de lixo foi retirado das ruas.

Orçamento - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)Orçamento - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)
COMO ANDA: Já se encontra em fase de conclusão o novo portal da Prefeitura de Campina Grande, com especial atenção a ferramentas que impliquem na transparência, principalmente no tocante à prestação de serviços e atendimento ao contribuinte-cidadão. A Secretaria de Obras já colocou no ar um site especificamente com esse objetivo, com memorial fotográfico das obras e transmissão ao vivo dos certames da Comissão Especial de licitação. "O envio de informações ao Tribunal de Contas do Estado está em dia", garantiu o prefeito.
A Controladoria Geral da União informou que pretende cobrar a partir de maio a publicação das contas no site das Prefeituras. Na ferramenta Sagres do Tribunal de Contas do Estado, nada ainda foi atualizado da gestão 2013. No site da Prefeitura Municipal de Campina Grande, apesar de existir um canal próprio de transparência, não constam quaisquer dados de despesas, receitas ou outros relativos ao ano atual.
Plano Diretor - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)Plano Diretor - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)
COMO ANDA: "No terceiro dia de gestão, já tivemos a oportunidade de anunciar a instalação em Campina Grande de um novo call center, com oferta de dois mil novos empregos e investimentos na ordem de R$ 15 milhões", destacou Rodrigues. Segundo ele, na Feira Internacional de Calçados, Artefatos de Couro e Acessórios de Moda, em São Paulo, a cidade teve a oportunidade de captar uma nova fábrica de bolsas. Com relação ao Maior São João do Mundo, Rodrigues garante que já tem assegurada a participação em forma de patrocínio da Caixa Econômica Federal e haverá grandes novidades em forma de investimentos no maior evento da cidade.
Saneamento - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)Saneamento - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)
COMO ANDA: "Nessa área temos a oportunidade de apresentar excelentes resultados para Campina Grande. Já no dia 7 de janeiro, retomamos a obra de duplicação da Avenida Argemiro de Figueiredo, após seis anos de paralisação", comemorou. "Tivemos a garantia de liberação de recursos do Ministério das Cidades na ordem de R$ 15 milhões para a Alça Leste, que vai interligar a BR-230 à zona leste. É a primeira grande intervenção urbana de grande monta na cidade após 10 anos. No bairro da Rosa Cruz, estamos pavimentando 31 ruas, num investimento de R$ 16 milhões. Fizemos a terraplanagem para a construção de 104 casas no distrito de Galante, onde também iniciamos a construção de um campo de futebol.
Saúde - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)Saúde - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)
COMO ANDA: A área de saúde é uma das que mais apresentaram problemas neste início da administração, na avaliação de Rodrigues, "por conta de uma gestão anterior que sucateou a rede básica e derrubou a níveis preocupantes a qualidade na assistência à população". "Nossa primeira providência, após a formação de uma equipe altamente qualificada, foi procurar recompor essa estrutura". Já foi definida a desaproriação do antigo Hospital João Ribeiro, na Liberdade, onde será instalado o novo Serviço Municipal de Saúde e a própria sede da Secretaria de Saúde do Município. Os projetos de Centro de Imagens e Central de Distribuição de Medicamentos já estão em fase de consolidação e o prefeito promete resultados para o segundo semestre.
A Lei 084/2013, aprovada na última quinta-feira (4) pela Câmara de Vereadores de Campina Grande e ainda não sancionada, concedeu à Prefeitura poderes para implantar o programa de gestão pactuada dos serviços públicos de Campina Grande com organizações sociais e outros segmentos da iniciativa privada. O prefeito informou que todo processo passaria por licitação, conforme exigências legais. O promotor da Saúde, Luciano de Almeida Maracajá, instaurou procedimento para investigar a terceirização da gestão da saúde pública municipal. Após um atraso no pagamento dos salários de dezembro, décimo-terceiro e janeiro, servidores da saúde – dentre outras categorias – rejeitaram em 15 de janeiro uma proposta de pagamento parcelado dos salários. Segundo a secretária de Saúde, Lúcia Derks, os servidores que recebiam até dois salários mínimos acabaram aceitando uma contraproposta de pagamento integral dos atrasados. Com dificuldades financeiras, o hospital Pedro I foi ‘socorrido’ pela Prefeitura, que municipalizou o funcionamento e assumiu a gestão da unidade de atendimento este mês.
Transporte - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)Transporte - Romero Rodrigues (Foto: Reprodução)
COMO ANDA: Na área de mobilidade urbana, além das intervenções de grande repercussão com obras, como a Alça Leste e a obra da Argemiro de Figueiredo, Romero Rodrigues declarou que já foi iniciada uma ação continuada de recuperação de infraestrutura, de tapa-buracos na cidade inteira e que já chegou aos distritos de Galante e São José da Mata. "Estamos, na atualidade, nas Malvinas, mas percorrendo todos os bairros da cidade. Reconstruímos toda a pista de caminhada do Parque da Criança e estamos pavimentando todo o Complexo Jurídico de Campina Grande. A adoção do Cartão Temporal é um sucesso e permite um uso mais racional e inteligente do serviço de transporte público.
Segundo o superintendente Vicente de Paula Rocha, a Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) vem atuando em três frentes operacionais: de trânsito, de transportes e de educação. Foram realizadas mais de 100 ações de trânsito, como interdições e disciplinamento de eventos, campanhas educativas em escolas, durante o Carnaval e em defesa às vagas de idosos e deficientes físicos. Foi aprovada uma parceria com o Governo Federal disponibilizando verbas para a construção de um anel viário em Campina Grande e a STTP estuda a viabilização de estudos para a implantação da terceira faixa na avenida Canal e de solução nas conversões da avenida Almirante Barroso, rotas de grande fluxo de veículos em horários de pico. “Estamos nos debruçando sobre essas melhorias para o trânsito fluir melhor”, disse.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

poeta aziel lima

ANTES QUE MORRA O POETA
VAMOS VIVER A POESIA
DECLAMANDO NOITE E DIA
INSPIRANDO O ESPECTADOR
FALE DO CAMPO DA FLOR
DA TRISTEZA E DA ALEGRIA
POIS SE VIVE A POESIA
É IMORTAL SEU AUTOR...

FALO DA ROSA DOS VENTOS
DO MATUTO E DO DOUTOR
DA CRIATURA AO CRIADOR
EU DECLAMAREI EM VERSOS
ENTRE A FAMA E O SUCESSO
PRA QUALQUER UM EU REPITO
QUE SE VIVE A POESIA
É IMORTAL SEU AUTOR...­ ­

bairro das malvinas 30 anos de história e luta

As Malvinas é um bairro brasileiro localizado na zona oeste da cidade de Campina Grande, na Paraíba.
O Bairro divide-se por zonas populacionais, Dinamérica, Novo Cruzeiro, Conj. Mariz, Conj. Humberto Lucena, Cinza, Conj. Rocha Cavalcanti, Conj. Ana Amélia, conj. Santa Mônica, Conj. Raimundo Asfora, Conj. Bárbara, Conj. Grande Campina, Conj. Alto das Malvinas.
As Malvinas é o bairro mais populoso de Campina Grande. Sua população é superior a 80 mil moradores, número semelhante à população de cidades como Guarabira, Souza, Cajazeiras e pequenas ilhas e países do Caribe.

História

No início da década de 1980, as casas do conjunto habitacional Bodocongó II, intitulado por Conjunto Álvaro Gaudêncio, começavam a ser construídas pela CEHAP (Companhia Estadual de Habitação Popular), seguindo ordens do então Governador Wilson Braga, que na ocasião havia conseguido verbas do governo federal para este fim.
Ao término das construções, no início de 1983, o Conjunto não apresentava infra-estrutura (água, luz, esgoto sanitário) para que fossem entregues as casas, por meio de sorteio, aos servidores estaduais devidamente cadastrados.
No dia 23 de março de 1983, iniciou-se a invasão das casas por pessoas não cadastradas na CEHAP, que alegavam abandono das casas e que portanto estariam naquele momento apossando-se das mesmas. Na tentativa de impedir a invasão, foi formado um cerco policial que não obteve resultados positivos. Naquele instante, o então governador do estado Wilson Braga, ordenou que as forças policiais impedissem que mais pessoas entrassem no conjunto, que até então ainda estava cercado (com arame farpado) e só existia uma única entrada (por meio de uma espécie de "porteira").
Logo após, pensou-se numa forma de retirar os invasores da seguinte maneira: seria proibido que alguém saísse ou entrasse do conjunto, fazendo com que os invasores ficassem isolados, sem alimento e água, e, assim, desistissem das casas recém invadidas. Na época, o governo municipal impediu que esse plano fosse concretizado, e enviou alimentos e água através de carros-pipa para os invasores.
Alguns meses depois, a CEHAP viu que não haveria outra maneira a não ser cadastrar os invasores e fazer com que eles pagassem as prestações das casas. Foi feito então o cadastro de cada morador num posto de atendimento instalado nas proximidades, mais precisamente na Escola Estadual Alceu do Amoroso Lima. Funcionários passaram de casa em casa avisando aos moradores que fizessem o cadastramento e assim regularizassem sua situação junto à CEHAP.
Em seguida, por reivindicação dos moradores, foi instalada a rede elétrica, seguida da rede de água e esgotos, fazendo com que o Conjunto tivesse a infra-estrutura mínima para que pudesse atender os moradores.
Na mesma época da invasão (1983) estava acontecendo um conflito militar nas Ilhas Falkland, popularmente conhecidas como Ilhas Malvinas, localizadas ao extremo sul da América Latina, daí a origem do nome do bairro: Malvinas.
Durante os últimos anos desde a invasão, o bairro das Malvinas obteve grande crescimento populacional além da grande quantidade de novas construções nos arredores do bairro, fazendo com que o mesmo se tornasse ainda maior. Com todos esses acontecimentos, surgiu a necessidade de melhorias na infra-estrutura do bairro, como pavimentação das ruas e recuperação da rede de drenagem pluvial (bueiros coletores das águas de chuva). Durante anos foram feitos pedidos junto ao governo municipal para que a rede de canais construídos no bairro fossem cobertos. Depois de muitas tentativas, finalmente, foi feita a obra de cobertura dos canais, que fez com que o bairro ficasse mais limpo, proporcionando aos moradores mais um ponto de lazer, onde podem ser feitas caminhadas e outras atividades. veja documentário histórico feito pela produçaão da tv itarare malvinas ontém e hoje...





 construção da igreja são francisco rua jamila abrão jorge malvinas...

 brecho do vardo seu valdemar um homem bastante conhecido por todos da comunidade...
 
 malvinas ontém e hoje...
breve toda história pra voces... @raizesdacultura