sábado, 16 de maio de 2020

Palco Literário #Caféprosaepoesia A cada encontro um novo passo de valores e cultura do povo para o povo...

Orgulho de ser nordestino Palco Literário: Café, Prosa e Poesia... um espaço de valorização da Cultura Regional, que recebe grandes artistas e admiradores dessa arte. Num bate papo bem dinâmico e descontraído, regado de muita Poesia, Prosa,Versos e Músicas, sem esquecer daquele velho cafezinho, que não pode faltar. Porque aqui é assim: É do povo, para o povo!
Oxeee... vem pra cá!!


Partindo do princípio que tudo tem um começo, um início e, para que esse começo não seja esquecido, é necessário que esse conhecimento seja resgatado e preservado na memória do povo, para que os mesmos, possam a partir dessa base, assimilar as mudanças do presente e as que ocorrerão no futuro.

Em se tratando raízes culturais, dois fatores são importantes para a compreensão da necessidade de se manter viva as raízes culturais dos povos: a identidade cultural e a memória cultural, aponta Susie Barreto da Silva, professora com Licenciatura Plena em Educação Artística – Habilitação em música (UEPa) – Especialização em Educação Musical (CBM), Mestrado em Educação (UCA).Vivemos uma realidade em que a originalidade está cada vez mais ausente e a cópia está cada vez mais presente. As pessoas consideram mais simples copiar comportamentos e valores na tentativa de fazer parte de uma sociedade que desvaloriza os ensinamentos do passado e, que ao mesmo, sente-se perdida em relação ao futuro. Então, conclui-se que não é possível compreender as transformações, o desenvolvimento, as mutações da cultura se não for conhecido o ponto de partida. O futuro desejado e sonhado nasce do passado, que não deve ser cultuado como mera recordação e sim ser usado para o crescimento no presente, em direção ao futuro. E o passado está intimamente ligado ao futuro através da memória. É a memória que sustenta a nossa identidade, pois é ela que guarda todas as informações pessoais, sociais e coletivas relacionados às nossas raízes culturais.

3. OBJETIVO
Valorizar, resgatar e dar espaço aos chamados “artistas da terra”, ou seja, o cordelista, o declamador, o violeiro, sanfoneiro e assim, dar espaço verdadeiramente ao artista local, sendo ele renomado ou não, através de um programa veículo em um canal no Youtube.
Dessa forma, a missão desse projeto torna-se preservar no sentido de manter viva na memória, a história cultural do povo nordestino, e preservar também no sentido da importância de transmissão desse conhecimento às gerações futuras. Em outras palavras, contribuir para não esquecer quem somos, de onde viemos, de nossas raízes e de que como elas são importantes para nos lançar em direção a um futuro próspero.

4. PÚBLICO BENEFICIADO

O projeto beneficiará diretamente artistas locais, uma vez que eles terão o seu trabalho divulgado de forma espontânea em uma mídia de grande alcance (Internet). Geralmente esse tipo de artista não tem espaço em grandes veículos de comunicação, e “aqui”, terão a oportunidade de explorar a tecnologia para se aproximar do povo, em um ambiente propício para isso.
Assim, os apreciadores da cultura regional enraizada na vertente nordestina e/ou interessados em conhece-la, poderão ao acompanhar o programa com frequência, ter um canal acessível para chegar a esse tipo de artista.

5. DESCRIÇÃO DO PROJETO

A ideia a ideia do Palco Literário: café prosa e poesia  é de criar um ambiente  e transborde cultura regional, uma espécie de sarau poético que possa ser transmitido para o público em diversos locais, através de um programa de cultura regional divulgado no YouTube.  Tal espaço cultural já existe, trata-se da biblioteca comunitária dá ASSORAC (  em anexo)  que fica situada em um local que representa muito bem a cultura regional:  a feira das Malvinas,  que tem capacidade acessível e,   a princípio  é aberta ao público.  Sendo que a associação também tem acesso a espaços maiores.

 Nesse lugar serão realizadas semanalmente entrevista com artistas locais com duração de até duas horas,  Onde entre as diversas atividades,  serão recitados poemas,  músicas  e não faltará espaço para prosa sobre cultura e regionalismo  em tom de linguagem popular. em cada gravação (   realizada por uma equipe de comunicação da ASSORAC  com equipamentos de ponta) ,  um público será convidado para acompanhar interagir de perto com os artistas e conhecer o sarau.  Assim sendo,  ocorrerá a aproximação natural dos Artistas populares com seu público.



Obs:  toda a produção será de responsabilidade da ASSORAC.
Desse modo, a proposta é levar ao público,  apreciador da cultura regional nordestina,  a sua música e a linguagem do sertanejo,  através da literatura de cordel,  do repente e das prosas contadas  do repente e inseridas na raiz do homem nordestino.  Naturalmente,  espera-se que nossos apreciadores também sejam formados com a veiculação do programa,  que será dirigido por três pessoas.  Aziel Lima,  Mariele Oliveira  e Pedro Gomes.
Aziel, poeta e presidente da ASSORAC (  desempenha  diversos projetos em prol da Comunidade,  A exemplo do cordel na escola,  jovem Repórter,  bibliotecas comunitárias)  será o responsável pela parte cultural que envolve a apresentação do programa,  declamação de cordel,  causos e prosas,  quadros cômicos,  Alem de da participação de repentistas e outros poetas conhecidos da região.
 Já o Vidal e a Jéssica ficaram responsáveis pela produção:  montagem da grade do programa,  agendamento de entrevista,  busca de  informações de  interesse  do público aqui pretende atingir,  como também entrevistas com autoridades ligadas a questões culturais e regionais,  além do gerenciamento das mídias sociais.
 Todo o ambiente e o cenário estarão decorados com elementos que marcam a cultura regional local,  assim como o coffee break que trará comidas regionais e abrirá espaço para troca de experiências.  Sendo que,  o foco da parceria de fornecimento de alimentos ocorrerá com Comerciantes da feira,  tendo em vista a oportunidade para gerar valor compartilhado e fomentar o comércio local.


No mais:  o projeto da abertura para os parceiros ajudarem a definir os artistas e público convidado e também terá abertura popular,  respeitando logicamente a divisão do programa pelos intervalos.
Para ilustrar O que foi citado acima,  Segue o depoimento do poeta haziel Lima,  fundador e apresentador do programa:

"  a cultura popular é o resultado de uma interação contínua entre pessoas de determinadas regiões e recobre um complexo de padrões de comportamento e crenças de um povo.  É o que diferencia e classifica um povo,  é o que dá o Tom e a cor a uma dada sociedade e abrange um modo de vida.  Uma opinião amplamente sustentada é a de que a cultura popular tende a ser especial,  por exemplo,  informa de anedotas ou de calão.  As quais se espalham pela população de boca em boca,  tal como sempre aconteceu.  Assim é o cenário do café prosa e poesia,  do povo para o povo".
                                                                                                                           Aziel Lima


6. IMPACTO
Além dos artistas que terão seu trabalho reconhecido com o projeto daqui para o final de 2016, inúmeras pessoas serão alcançadas, participando do programa ao vivo e assistindo os registros em vídeo. Com isso, serão estimuladas a desvendar a vida a partir dos antecedentes históricos que marcaram o desenvolvimento da comunidade local e a fortalecer sua identidade cultural.
A previsão (pessimista) é de que os vídeos alcancem pelo menos 350 visualizações e que diversas figuras do ambiente cultural da cidade assista ao programa pessoalmente até o final do ano. Para se ter ideia a última publicação sozinha, já alcançou até agora 175 visualizações.
Obs: O projeto está rodando em formato de piloto e já conseguiu atrair e divulgar cerca de 30 artistas (imagens em anexo). Apesar de estar em fase piloto, já houve convite de duas emissoras para torna-lo um programa de TV, o que demonstra o potencial do projeto.

7. BENEFÍCIOS PARA A EMPRESA PATROCINADORA
-Garantia de um projeto de alto impacto realizado com seriedade e profissionalismo;
-Gratidão de ajudar a cidade a fortalecer a cultura local;
-Experiência enriquecedora para os funcionários - participantes do projeto;
-Criação de experiências diferentes para os clientes e parceiros;
-Endomarketing: imagem da empresa fortalecida com seus colaboradores;
-Imagem fortalecida com o público após divulgação do projeto (ver opções de mídias nas cotas de patrocínio);
-Possibilidade de reportagem em canal de TV e/ou jornal: o projeto será enviado como sugestão de pauta, para diversos canais e jornais – Por exemplo, a TV Paraíba, que já fez reportagem sobre o projeto;
-Álbum digital com fotos do evento;
-Espaço de divulgação nas redes sociais;


8. PARCERIAS E INTERFACES
A realização do Café, Prosa e Poesia acontece em parceria com a ASSORAC (Associação Raízes da Cultura), idealizadora e fundadora do projeto, através da figura do Poeta Aziel Lima, A ideia dessa última parceria é gerar valor compartilhado através de relação ganha-ganha em que todo o ambiente será beneficiado pelo impacto da ação. 

9. VEICULAÇÃO DOS PATROCÍNIOS
O Café, Prosa e Poesia sendo realizado em parceria com a  ASSORAC, apresenta aos parceiros e patrocinadores do projeto a oportunidade de divulgar a sua marca, produtos e serviços para o público-alvo seleto e demais pessoas que vão estar expostas ao material de divulgação constantemente no espaço físico nas Malvinas e podendo ser aleatório em outros espaços.
Apresentam-se, logo abaixo, as ferramentas de divulgação que vão estar distribuídas em cotas diferenciadas, proporcionando ao parceiro optar pela que mais se adequar aos objetivos da empresa. Cada cota proporciona um nível gradual, oportunidades de reafirmar sua marca, fechar novos negócios e ampliar a visibilidade diante do público-alvo, ao qual estarão sendo divulgadas as peças promocionais do evento:
·         Exposição da marca na abertura e encerramento do programa: sua marca será divulgada na abertura e encerramento do evento de forma a ser combinada com a equipe de edição. Tal divulgação, mostrará ao público o interesse da empresa em contribuir para uma causa nobre para a sociedade.
·         Leitura exclusiva de texto comercial: texto comercial narrado pelo apresentador do programa gravado no sábado e durante os flashs gravados na semana.

Obs: a biblioteca comunitária das Malvinas, recebe constantemente amigos, parceiros e artistas que atualmente sempre estão sendo convidados a fazer uma espécie de pílula ou participação especial no programa. Desse modo, a exposição da marca através do texto comercial é expandida devido a maior frequência.

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Idealização: Assorac raízes da cultura
Apresentação: Poeta Aziel Lima
Orgulho de ser nordestino
Apoio: Projeto Jovem Repórter CG
Biblioteca Comunitária Das Malvinas Probiccg 

Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB há mais de 10 anos regando sonhos e construíndo valores .


 Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB


O projeto jovem repórter é desenvolvido voluntariamente pela Associação Raízes da Cultura (ASSORAC), uma organização não governamental sem fins lucrativos, que vem ao longo de 10 anos contribuindo para a valorização da cultura popular brasileira e de suas comunidades produtoras em todos os setores da sociedade, com ênfase no meio educacional e sociocultural.


 Os estudantes entram em contato com a dinâmica do jornal, aprendem a redigir textos jornalísticos, discutir temas sociais, sugerir pautas e produzir a informação. A cada encontro assuntos diferentes são abordado, e as sugestões partem dos próprios alunos, dos professores ou surgem de conversas com pessoas da comunidade. Dentre as produções, não estão apenas notícias, mas artigos de opinião, crônicas, dicas de leitura, charges, cartoons, dentre outros conteúdos que sejam relevantes para os jovens repórteres. Outro destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade.
O idealizador do projeto é o professor e poeta Aziel Lima, segundo ele a ideia é de formar vozes nas comunidades. "Um destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade. 






O intuito é que esses jovens repórteres desenvolvam materiais de momentos festivos, sócio cultural e até mesmo façam denúncia de alguma coisa que não anda bem e poderia melhorar na sua comunidade."
"Meu propósito através do projeto é promover futuros cidadãos conscientes e protagonistas da sua própria história, disse Aziel.

A redação

Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB

Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB

O projeto jovem repórter é desenvolvido voluntariamente pela Associação Raízes da Cultura (ASSORAC), uma organização não governamental sem fins lucrativos, que vem ao longo de 10 anos contribuindo para a valorização da cultura popular brasileira e de suas comunidades produtoras em todos os setores da sociedade, com ênfase no meio educacional e sociocultural.




 Os estudantes entram em contato com a dinâmica do jornal, aprendem a redigir textos jornalísticos, discutir temas sociais, sugerir pautas e produzir a informação. A cada encontro assuntos diferentes são abordado, e as sugestões partem dos próprios alunos, dos professores ou surgem de conversas com pessoas da comunidade. Dentre as produções, não estão apenas notícias, mas artigos de opinião, crônicas, dicas de leitura, charges, cartoons, dentre outros conteúdos que sejam relevantes para os jovens repórteres. Outro destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade.
O idealizador do projeto é o professor e poeta Aziel Lima, segundo ele a ideia é de formar vozes nas comunidades. "Um destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade. 






O intuito é que esses jovens repórteres desenvolvam materiais de momentos festivos, sócio cultural e até mesmo façam denúncia de alguma coisa que não anda bem e poderia melhorar na sua comunidade."
"Meu propósito através do projeto é promover futuros cidadãos conscientes e protagonistas da sua própria história, disse Aziel.

A redação


Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB há mais de 10 anos regando sonhos e construíndo valores .

Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB

O projeto jovem repórter é desenvolvido voluntariamente pela Associação Raízes da Cultura (ASSORAC), uma organização não governamental sem fins lucrativos, que vem ao longo de 10 anos contribuindo para a valorização da cultura popular brasileira e de suas comunidades produtoras em todos os setores da sociedade, com ênfase no meio educacional e sociocultural.


 Os estudantes entram em contato com a dinâmica do jornal, aprendem a redigir textos jornalísticos, discutir temas sociais, sugerir pautas e produzir a informação. A cada encontro assuntos diferentes são abordado, e as sugestões partem dos próprios alunos, dos professores ou surgem de conversas com pessoas da comunidade. Dentre as produções, não estão apenas notícias, mas artigos de opinião, crônicas, dicas de leitura, charges, cartoons, dentre outros conteúdos que sejam relevantes para os jovens repórteres. Outro destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade.
O idealizador do projeto é o professor e poeta Aziel Lima, segundo ele a ideia é de formar vozes nas comunidades. "Um destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade. 






O intuito é que esses jovens repórteres desenvolvam materiais de momentos festivos, sócio cultural e até mesmo façam denúncia de alguma coisa que não anda bem e poderia melhorar na sua comunidade."
"Meu propósito através do projeto é promover futuros cidadãos conscientes e protagonistas da sua própria história, disse Aziel.

A redação


Culinária do Nordeste do Brasil (comida nordestina)

A partir da chegada dos navios portugueses no Brasil em 1500, a dieta dos índios brasileiros começou a ser influenciada pelos costumes portugueses e, posteriormente pelos africanos. Com o tempo, a culinária nordestina foi se tornando cada vez mais variada por causa da miscigenação de culturas e tradições que se encontravam na região. 




A região nordeste é formada pelos Estados: Sergipe (SE); Ceará (CE); Paraíba (PB); Alagoas (AL); Rio Grande do Norte (RN); Pernambuco (PE); Maranhão (MA); Bahia (BA) e Piauí (PI).

Outro fator que influenciou e diversificou a culinária nordestina foi o plantio de cana-de-açúcar no interior, que incentivou a produção da rapadura, de doces, e outras iguarias. O sociólogo pernambucano Gilberto Freyre enalteceu essa riqueza nordestina através do livro “Açúcar” onde apresenta diversas receitas de bolos e doces de famílias tradicionais nordestinas.

Herdamos dos portugueses alguns doces como o quindim e as tapioca em forma de "panquequinhas" que surgiram quando as senhoras portuguesas resolveram tentar fazer pão com o beiju usado pelos índios.
 
Ciclo junino, que acontece no mês de junho, marca as comemorações de Santos católicos e marca também a culinária que é bastante tradicional. Todos os anos, milho cozido, milho assado, canjica, pamonha, bolo de milho, bolo de macaxeira, pé-de-moleque, canjica, entre outras comidas típicas acrescentam sabor aos festejos. 

Sendo a Região Nordeste uma das mais ricas do Brasil em termos de cultura e belezas naturais, também é bastante diversificada no que se refere à gastronomia. Cada um dos seus Estados possuem seus pratos típicos com diferentes modos de preparo.
Na caatinga, os pratos adquiriram um sabor forte, apimentado e com alto teor calórico enquanto que no litoral os frutos do mar se destacam.

De acordo com Comidas (2018?) os pratos típicos do Nordeste são: Tapioca; Acarajé; vatapá; Moqueca de peixe; ostra e camarão; Buchada de Bode; Baião de Dois; Macaxeira (conhecida em outros Estados brasileiros como "aipim ou mandioca"); Mariscos e Moluscos; Lagosta; Fritada de siri; Paçoca de carne; Caruru; Carne-de-sol; Queijo Coalho e Cuscuz de Milho.

De acordo com o Estado nordestino podemos encontrar diferentes pratos típicos, a seguir apresenta-se alguns pratos que compõem a mesa dos nordestinos.

 
Criada pelos índios brasileiros (tupis-guaranis), a tapioca (ou beiju) é uma massa feita com a fécula da mandioca. Os colonizadores foram dominando as técnicas que deram origem à tapioca tradicional consumida na atualidade.  A tapioca pode ser servida com ou sem manteiga, com coco e com também outros tipos de recheio como por exemplo carne do sol, frango, queijo catupiry, queijo coalho e até mesmo podem ser feitas acrescentando doce ou chocolate.
 
 
 
De origem africana, o acarajé é um bolinho frito no azeite de dendê, feito com feijão fradinho, sal, alho, cebola, gengibre e recheado com camarão seco temperado. Essa especialidade gastronômica da culinária afro-brasileira pode ser servida quente ou fria, como dizem as baianas do acarajé e essa pergunta se refere é referente ao nível de pimenta. Quanto mais “quente” mais pimenta virá no acarajé.
 
 
Baião de Dois:

O Baião de Dois surgiu no Ceará devido à seca que causava escassez de alimentos. Trata-se de uma mistura de arroz, feijão, carne seca e queijo coalho. De acordo com Mourão (2018) a origem do nome fica por conta da dança típica do nordeste, Baião, e o prato ganhou popularidade com a música Baião de Dois em parceria do compositor cearense Humberto Teixeira e o “Rei do Baião” pernambucano, Luiz Gonzaga.
 
 
Moqueca:
 
Trata-se de um prato feito com peixe cozido no azeite de dendê, leite de coco, pimenta e coentro.
 

Carne de Sol com Queijo Coalho:
 
A carne de sol tem esse nome porque antigamente ela era ligeiramente salgada e colocada para secar ao sol. A técnica antiga foi aprimorada e, atualmente a carne é salgada e colocada para secar em local coberto e ventilado. Na tradição nordestina a carne de sol assada é servida com queijo coalho. O queijo coalho é um tipo de queijo, produzido por fermentação e coagulação que é tradicionalmente fabricado e consumido na região Nordeste.


Paçoca de Carne Seca:
 
A paçoca de carne é preparada com farinha de mandioca, cebola e carne seca moída. Pode ser consumida, com baião de dois. Os ingredientes podem ser socados no pilão para dar o sabor original, porém, existem outros modos de preparo, a carne assada, por exemplo, pode ser passada junto com a farinha no liquidificador. As variações no preparo conferem também sabores diferenciados.

 
Sarapatel:
 
O prato típico português foi adaptado com o passar do tempo, sendo acrescentados temperos típicos do Nordeste. Trata-se de um prato feito a partir das vísceras de porco, bode ou carneiro, cozidas com o sangue do animal. Pode ser acompanhado de farinha e pimenta.




Vatapá:
 
Esse creme é feito com camarão, pão, farinha de rosca ou fubá, castanha de caju, pimenta, leite de coco, amendoim e azeite de dendê. Pode ser servido com arroz ou com o recheio para o Acarajé.


Caruru:
 
Trata-se de um prato produzido tendo como base o quiabo, acrescido de camarão, azeite de dendê e temperos que são misturados à farinha de mandioca e caldo.


Maria Isabel:
 
Maria Isabel é o prato mais representativo da cozinha do Estado do Piauí.  São utilizados no preparo ingredientes tipicamente regionais: arroz, carne seca, cebola, pimentão, cheiro verde, alho e pimenta-do-reino.
Segundo história contada pelo povo, antigamente só os homens comiam carne seca e uma mãe de família carente não tendo o que oferecer aos filhos cortou em cubos uma pequena ponta da carne do pai e fez um prato para toda a família batizando-o com o nome de suas duas filhas: Maria e Isabel.
 

 
Peixada:
 
Sendo considerado um prato típico de muitos estados do Nordeste, a Peixada possui diferentes formas de preparo em Pernambuco, Alagoas e Ceará. Normalmente são utilizados peixes de água salgada cozidos com batatas inglesas, leite de coco e outros ingredientes.


Moqueca de Peixe com Pirão:
 
O prato preparado tradicionalmente dentro de uma panela de barro consiste em peixe cozido com outros frutos do mar e temperos variados, incluindo o leite de coco e o azeite de dendê.

O pirão é feito com o caldo do cozimento dos mariscos e do peixe misturado com a farinha de mandioca. Servido com a moqueca é uma deliciosa combinação.

 
Arrumadinho:
 
Esse prato genuinamente brasileiro é feito com feijão verde ou o feijão de corda (típico do nordeste), farinha de mandioca torrada, vinagrete e carne que pode ser charque desfiada ou carne de sol.


 
Apesar de não possuir origem brasileira, no nordeste esse alimento é bastante consumido. À base de farinha de milho com sal e água o alimento é cozido no vapor.
 
Os nordestinos também preparam farofa de cuscuz para ser consumida no almoço no lugar da farinha refogando algumas verduras e misturando ao cuscuz.  A farofa pode levar ovos cozidos, bacon, calabresa ou qualquer tipo de carne desfiada para realçar ainda mais seu sabor.
 
 
 
Recife, 26 de outubro de 2018.
Atualizado em 01 de julho de 2019. 
 
 
 
Curiosidade culinária: 
 
 
Receita de baião de dois light com arroz integral
 
Ingredientes:

2 xícaras de arroz integral cozido;
2 xícaras de feijão de corda cozido sem caldo;
½ xícara do caldo do feijão;
½ xícara de cebola roxa picada;
¼ xícara de pimentão verde picado;
½ xícara de pimentão vermelho picado;
½ xícara de coentro fresco picado;
¼ xícara de cebolinha picada;
½ xícara de ricota defumada picada;
2 dentes de alho;
2 colheres de sopa de azeite;
2 folhas de couve;
sal a gosto;
pimenta dedo de moça a gosto.
 
 
Modo de preparo:

Cozinhe previamente o arroz, feijão de corda, reserve meia xícara do caldo e escorra o restante. Reserve. Leve a cebola roxa para dourar no azeite em uma panela. Acrescente o pimentão verde e o pimentão vermelho. Adicione metade do coentro, a ricota defumada e deixe refogar. Pique a couve em pedaços e acrescente o caldo do feijão para umedecer a mistura. Acrescente a couve na panela, a outra metade do coentro e a cebolinha e misture tudo. Adicione a pimenta dedo de moça picadinha a gosto, o arroz e feijão. Misture tudo e sirva em seguida.
 
 
 
 

FONTES CONSULTADAS:
 
 
 
 

BAIÂO-DE-DOIS [Foto neste texto]. Diponível em: <https://www.mundoboaforma.com.br/8-receitas-de-baiao-de-dois-light/>. Acesso em: 26 out. 2018.
 
COMIDAS típicas: comidas do Nordeste. Disponível em: <http://comidas-tipicas.info/comidas-do-nordeste.html> . Acesso em: 25 out. 2018.
 
CULINÁRIA da Região Nordeste do Brasil. Disponível em: <http://culinarianomundo.blogspot.com/2012/07/culinaria-do-nordeste-do-brasil.html>. Acesso em: 26 out. 2018.
 
10 pratos típicos que você precisa saborear no Nordeste. Disponível em: <https://www.hotelurbano.com/viajantehu/10-pratos-tipicos-que-voce-precisa-saborear-no-nordeste/> . Acesso em: 25 out. 2018.

MOURÃO, Fernando. 2018. Etimologia e receita do baião de dois autêntico. Disponível em: <http://www.queijocoalhobrasil.com/etimologia-e-receita-do-baiao-de-dois-autentico/> . Acesso em: 26 out. 2018.
 
 
 

COMO CITAR ESTE TEXTO:
 
 
 

Fonte: VERARDI, Cláudia Albuquerque. Culinária do Nordeste do Brasil (comida nordestina). Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/>. Acesso em: dia mês ano. Ex. 6.ago.2009.