sábado, 16 de maio de 2020

Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB há mais de 10 anos regando sonhos e construíndo valores .


 Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB


O projeto jovem repórter é desenvolvido voluntariamente pela Associação Raízes da Cultura (ASSORAC), uma organização não governamental sem fins lucrativos, que vem ao longo de 10 anos contribuindo para a valorização da cultura popular brasileira e de suas comunidades produtoras em todos os setores da sociedade, com ênfase no meio educacional e sociocultural.


 Os estudantes entram em contato com a dinâmica do jornal, aprendem a redigir textos jornalísticos, discutir temas sociais, sugerir pautas e produzir a informação. A cada encontro assuntos diferentes são abordado, e as sugestões partem dos próprios alunos, dos professores ou surgem de conversas com pessoas da comunidade. Dentre as produções, não estão apenas notícias, mas artigos de opinião, crônicas, dicas de leitura, charges, cartoons, dentre outros conteúdos que sejam relevantes para os jovens repórteres. Outro destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade.
O idealizador do projeto é o professor e poeta Aziel Lima, segundo ele a ideia é de formar vozes nas comunidades. "Um destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade. 






O intuito é que esses jovens repórteres desenvolvam materiais de momentos festivos, sócio cultural e até mesmo façam denúncia de alguma coisa que não anda bem e poderia melhorar na sua comunidade."
"Meu propósito através do projeto é promover futuros cidadãos conscientes e protagonistas da sua própria história, disse Aziel.

A redação

Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB

Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB

O projeto jovem repórter é desenvolvido voluntariamente pela Associação Raízes da Cultura (ASSORAC), uma organização não governamental sem fins lucrativos, que vem ao longo de 10 anos contribuindo para a valorização da cultura popular brasileira e de suas comunidades produtoras em todos os setores da sociedade, com ênfase no meio educacional e sociocultural.




 Os estudantes entram em contato com a dinâmica do jornal, aprendem a redigir textos jornalísticos, discutir temas sociais, sugerir pautas e produzir a informação. A cada encontro assuntos diferentes são abordado, e as sugestões partem dos próprios alunos, dos professores ou surgem de conversas com pessoas da comunidade. Dentre as produções, não estão apenas notícias, mas artigos de opinião, crônicas, dicas de leitura, charges, cartoons, dentre outros conteúdos que sejam relevantes para os jovens repórteres. Outro destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade.
O idealizador do projeto é o professor e poeta Aziel Lima, segundo ele a ideia é de formar vozes nas comunidades. "Um destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade. 






O intuito é que esses jovens repórteres desenvolvam materiais de momentos festivos, sócio cultural e até mesmo façam denúncia de alguma coisa que não anda bem e poderia melhorar na sua comunidade."
"Meu propósito através do projeto é promover futuros cidadãos conscientes e protagonistas da sua própria história, disse Aziel.

A redação


Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB há mais de 10 anos regando sonhos e construíndo valores .

Projeto Jovem Repórter - Campina Grande/PB

O projeto jovem repórter é desenvolvido voluntariamente pela Associação Raízes da Cultura (ASSORAC), uma organização não governamental sem fins lucrativos, que vem ao longo de 10 anos contribuindo para a valorização da cultura popular brasileira e de suas comunidades produtoras em todos os setores da sociedade, com ênfase no meio educacional e sociocultural.


 Os estudantes entram em contato com a dinâmica do jornal, aprendem a redigir textos jornalísticos, discutir temas sociais, sugerir pautas e produzir a informação. A cada encontro assuntos diferentes são abordado, e as sugestões partem dos próprios alunos, dos professores ou surgem de conversas com pessoas da comunidade. Dentre as produções, não estão apenas notícias, mas artigos de opinião, crônicas, dicas de leitura, charges, cartoons, dentre outros conteúdos que sejam relevantes para os jovens repórteres. Outro destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade.
O idealizador do projeto é o professor e poeta Aziel Lima, segundo ele a ideia é de formar vozes nas comunidades. "Um destaque da iniciativa é mostrar o que acontece no bairro e dentro da escola, ações que, na maioria das vezes, não aparecem para o restante da sociedade. 






O intuito é que esses jovens repórteres desenvolvam materiais de momentos festivos, sócio cultural e até mesmo façam denúncia de alguma coisa que não anda bem e poderia melhorar na sua comunidade."
"Meu propósito através do projeto é promover futuros cidadãos conscientes e protagonistas da sua própria história, disse Aziel.

A redação


Culinária do Nordeste do Brasil (comida nordestina)

A partir da chegada dos navios portugueses no Brasil em 1500, a dieta dos índios brasileiros começou a ser influenciada pelos costumes portugueses e, posteriormente pelos africanos. Com o tempo, a culinária nordestina foi se tornando cada vez mais variada por causa da miscigenação de culturas e tradições que se encontravam na região. 




A região nordeste é formada pelos Estados: Sergipe (SE); Ceará (CE); Paraíba (PB); Alagoas (AL); Rio Grande do Norte (RN); Pernambuco (PE); Maranhão (MA); Bahia (BA) e Piauí (PI).

Outro fator que influenciou e diversificou a culinária nordestina foi o plantio de cana-de-açúcar no interior, que incentivou a produção da rapadura, de doces, e outras iguarias. O sociólogo pernambucano Gilberto Freyre enalteceu essa riqueza nordestina através do livro “Açúcar” onde apresenta diversas receitas de bolos e doces de famílias tradicionais nordestinas.

Herdamos dos portugueses alguns doces como o quindim e as tapioca em forma de "panquequinhas" que surgiram quando as senhoras portuguesas resolveram tentar fazer pão com o beiju usado pelos índios.
 
Ciclo junino, que acontece no mês de junho, marca as comemorações de Santos católicos e marca também a culinária que é bastante tradicional. Todos os anos, milho cozido, milho assado, canjica, pamonha, bolo de milho, bolo de macaxeira, pé-de-moleque, canjica, entre outras comidas típicas acrescentam sabor aos festejos. 

Sendo a Região Nordeste uma das mais ricas do Brasil em termos de cultura e belezas naturais, também é bastante diversificada no que se refere à gastronomia. Cada um dos seus Estados possuem seus pratos típicos com diferentes modos de preparo.
Na caatinga, os pratos adquiriram um sabor forte, apimentado e com alto teor calórico enquanto que no litoral os frutos do mar se destacam.

De acordo com Comidas (2018?) os pratos típicos do Nordeste são: Tapioca; Acarajé; vatapá; Moqueca de peixe; ostra e camarão; Buchada de Bode; Baião de Dois; Macaxeira (conhecida em outros Estados brasileiros como "aipim ou mandioca"); Mariscos e Moluscos; Lagosta; Fritada de siri; Paçoca de carne; Caruru; Carne-de-sol; Queijo Coalho e Cuscuz de Milho.

De acordo com o Estado nordestino podemos encontrar diferentes pratos típicos, a seguir apresenta-se alguns pratos que compõem a mesa dos nordestinos.

 
Criada pelos índios brasileiros (tupis-guaranis), a tapioca (ou beiju) é uma massa feita com a fécula da mandioca. Os colonizadores foram dominando as técnicas que deram origem à tapioca tradicional consumida na atualidade.  A tapioca pode ser servida com ou sem manteiga, com coco e com também outros tipos de recheio como por exemplo carne do sol, frango, queijo catupiry, queijo coalho e até mesmo podem ser feitas acrescentando doce ou chocolate.
 
 
 
De origem africana, o acarajé é um bolinho frito no azeite de dendê, feito com feijão fradinho, sal, alho, cebola, gengibre e recheado com camarão seco temperado. Essa especialidade gastronômica da culinária afro-brasileira pode ser servida quente ou fria, como dizem as baianas do acarajé e essa pergunta se refere é referente ao nível de pimenta. Quanto mais “quente” mais pimenta virá no acarajé.
 
 
Baião de Dois:

O Baião de Dois surgiu no Ceará devido à seca que causava escassez de alimentos. Trata-se de uma mistura de arroz, feijão, carne seca e queijo coalho. De acordo com Mourão (2018) a origem do nome fica por conta da dança típica do nordeste, Baião, e o prato ganhou popularidade com a música Baião de Dois em parceria do compositor cearense Humberto Teixeira e o “Rei do Baião” pernambucano, Luiz Gonzaga.
 
 
Moqueca:
 
Trata-se de um prato feito com peixe cozido no azeite de dendê, leite de coco, pimenta e coentro.
 

Carne de Sol com Queijo Coalho:
 
A carne de sol tem esse nome porque antigamente ela era ligeiramente salgada e colocada para secar ao sol. A técnica antiga foi aprimorada e, atualmente a carne é salgada e colocada para secar em local coberto e ventilado. Na tradição nordestina a carne de sol assada é servida com queijo coalho. O queijo coalho é um tipo de queijo, produzido por fermentação e coagulação que é tradicionalmente fabricado e consumido na região Nordeste.


Paçoca de Carne Seca:
 
A paçoca de carne é preparada com farinha de mandioca, cebola e carne seca moída. Pode ser consumida, com baião de dois. Os ingredientes podem ser socados no pilão para dar o sabor original, porém, existem outros modos de preparo, a carne assada, por exemplo, pode ser passada junto com a farinha no liquidificador. As variações no preparo conferem também sabores diferenciados.

 
Sarapatel:
 
O prato típico português foi adaptado com o passar do tempo, sendo acrescentados temperos típicos do Nordeste. Trata-se de um prato feito a partir das vísceras de porco, bode ou carneiro, cozidas com o sangue do animal. Pode ser acompanhado de farinha e pimenta.




Vatapá:
 
Esse creme é feito com camarão, pão, farinha de rosca ou fubá, castanha de caju, pimenta, leite de coco, amendoim e azeite de dendê. Pode ser servido com arroz ou com o recheio para o Acarajé.


Caruru:
 
Trata-se de um prato produzido tendo como base o quiabo, acrescido de camarão, azeite de dendê e temperos que são misturados à farinha de mandioca e caldo.


Maria Isabel:
 
Maria Isabel é o prato mais representativo da cozinha do Estado do Piauí.  São utilizados no preparo ingredientes tipicamente regionais: arroz, carne seca, cebola, pimentão, cheiro verde, alho e pimenta-do-reino.
Segundo história contada pelo povo, antigamente só os homens comiam carne seca e uma mãe de família carente não tendo o que oferecer aos filhos cortou em cubos uma pequena ponta da carne do pai e fez um prato para toda a família batizando-o com o nome de suas duas filhas: Maria e Isabel.
 

 
Peixada:
 
Sendo considerado um prato típico de muitos estados do Nordeste, a Peixada possui diferentes formas de preparo em Pernambuco, Alagoas e Ceará. Normalmente são utilizados peixes de água salgada cozidos com batatas inglesas, leite de coco e outros ingredientes.


Moqueca de Peixe com Pirão:
 
O prato preparado tradicionalmente dentro de uma panela de barro consiste em peixe cozido com outros frutos do mar e temperos variados, incluindo o leite de coco e o azeite de dendê.

O pirão é feito com o caldo do cozimento dos mariscos e do peixe misturado com a farinha de mandioca. Servido com a moqueca é uma deliciosa combinação.

 
Arrumadinho:
 
Esse prato genuinamente brasileiro é feito com feijão verde ou o feijão de corda (típico do nordeste), farinha de mandioca torrada, vinagrete e carne que pode ser charque desfiada ou carne de sol.


 
Apesar de não possuir origem brasileira, no nordeste esse alimento é bastante consumido. À base de farinha de milho com sal e água o alimento é cozido no vapor.
 
Os nordestinos também preparam farofa de cuscuz para ser consumida no almoço no lugar da farinha refogando algumas verduras e misturando ao cuscuz.  A farofa pode levar ovos cozidos, bacon, calabresa ou qualquer tipo de carne desfiada para realçar ainda mais seu sabor.
 
 
 
Recife, 26 de outubro de 2018.
Atualizado em 01 de julho de 2019. 
 
 
 
Curiosidade culinária: 
 
 
Receita de baião de dois light com arroz integral
 
Ingredientes:

2 xícaras de arroz integral cozido;
2 xícaras de feijão de corda cozido sem caldo;
½ xícara do caldo do feijão;
½ xícara de cebola roxa picada;
¼ xícara de pimentão verde picado;
½ xícara de pimentão vermelho picado;
½ xícara de coentro fresco picado;
¼ xícara de cebolinha picada;
½ xícara de ricota defumada picada;
2 dentes de alho;
2 colheres de sopa de azeite;
2 folhas de couve;
sal a gosto;
pimenta dedo de moça a gosto.
 
 
Modo de preparo:

Cozinhe previamente o arroz, feijão de corda, reserve meia xícara do caldo e escorra o restante. Reserve. Leve a cebola roxa para dourar no azeite em uma panela. Acrescente o pimentão verde e o pimentão vermelho. Adicione metade do coentro, a ricota defumada e deixe refogar. Pique a couve em pedaços e acrescente o caldo do feijão para umedecer a mistura. Acrescente a couve na panela, a outra metade do coentro e a cebolinha e misture tudo. Adicione a pimenta dedo de moça picadinha a gosto, o arroz e feijão. Misture tudo e sirva em seguida.
 
 
 
 

FONTES CONSULTADAS:
 
 
 
 

BAIÂO-DE-DOIS [Foto neste texto]. Diponível em: <https://www.mundoboaforma.com.br/8-receitas-de-baiao-de-dois-light/>. Acesso em: 26 out. 2018.
 
COMIDAS típicas: comidas do Nordeste. Disponível em: <http://comidas-tipicas.info/comidas-do-nordeste.html> . Acesso em: 25 out. 2018.
 
CULINÁRIA da Região Nordeste do Brasil. Disponível em: <http://culinarianomundo.blogspot.com/2012/07/culinaria-do-nordeste-do-brasil.html>. Acesso em: 26 out. 2018.
 
10 pratos típicos que você precisa saborear no Nordeste. Disponível em: <https://www.hotelurbano.com/viajantehu/10-pratos-tipicos-que-voce-precisa-saborear-no-nordeste/> . Acesso em: 25 out. 2018.

MOURÃO, Fernando. 2018. Etimologia e receita do baião de dois autêntico. Disponível em: <http://www.queijocoalhobrasil.com/etimologia-e-receita-do-baiao-de-dois-autentico/> . Acesso em: 26 out. 2018.
 
 
 

COMO CITAR ESTE TEXTO:
 
 
 

Fonte: VERARDI, Cláudia Albuquerque. Culinária do Nordeste do Brasil (comida nordestina). Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/>. Acesso em: dia mês ano. Ex. 6.ago.2009.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Palco Literário #Caféprosaepoesia A cada encontro um novo passo de valores e cultura do povo para o povo...

Palco Literário #Caféprosaepoesia A cada encontro um novo passo de valores e cultura do povo para o povo...
Orgulho de ser nordestino Palco Literário: Café, Prosa e Poesia... um espaço de valorização da Cultura Regional, que recebe grandes artistas e admiradores dessa arte. Num bate papo bem dinâmico e descontraído, regado de muita Poesia, Prosa,Versos e Músicas, esquecer daquele velho cafezinho, que não pode faltar. Porque aqui é assim: É do povo, para o povo!
Oxeee... vem pra cá!!
Curta, Compartilhe, Inscreva-se no nosso canal...
Facebook: Café , prosas e poesias
Idealização: Assorac raízes da cultura
Apresentação: Poeta Aziel Lima
Orgulho de ser nordestino
Apoio: Projeto Jovem Repórter CG
Biblioteca Comunitária Das Malvinas Probiccg







Saiba quais são as principais dúvidas dos cidadãos sobre o Auxílio Emergencial

valor do auxílio é de R$ 600,00 com limitação de duas pessoas em uma mesma família pelo período de três meses (podendo ser prorrogado por ato do Poder Executivo).
Pré-requisitos:

  • Ser maior de 18 anos
  • Não ter emprego formal (não pode ter carteira assinada)
  • Não ter benefício previdenciário ou assistencial, exceto Bolsa Família
  • Renda familiar de ½ até três Salários Mínimos
  • Não ter recebido acima de R$ 28.559,70

O beneficiário deve ser:
  • MEI
  • Contribuinte Individual do RGPS
  • Trabalhador informal (autônomo, desempregado) inscrito no CadÚnico ou
  • Por meio de autodeclaração

Especificidades:
  • Mãe chefe de família receberá duas cotas do auxílio
  • É possível a cumulação entre um auxílio emergencial e um Bolsa Família
  • Se receber Bolsa Família e se encaixar nestes requisitos, receberá o mais vantajoso
  • Poderá receber até R$1.800,00 no caso de ser família monoparental e houver um filho trabalhador informal

FAQ - AUXÍLIO EMERGENCIAL 
O que é o auxílio emergencial?
O auxílio emergencial aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela Presidência da República é um benefício de R$ 600,00 para garantir uma renda mínima aos brasileiros em situação mais vulnerável durante a pandemia do Covid-19 (novo coronavírus), já que muitas atividades econômicas foram gravemente afetadas pela crise. 
Quem tem direito ao benefício?
As pessoas inscritas no Programa Bolsa Família, aquelas que fazem parte do cadastro de Microempreendedores Individuais (MEI), os contribuintes individuais do INSS, as pessoas inscritas no Cadastro Único até o último dia 20 de março e os informais que não fazem parte de nenhum cadastro do Governo Federal estão aptos a receber o benefício. A pessoa também precisa ter mais de 18 anos, ser de família com renda mensal per capita (por pessoa) de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135), além de não ter tido rendimentos tributáveis, em 2018, acima de R$ 28.559,70.
Sou beneficiário do Bolsa Família. Posso receber o auxílio emergencial?
Sim, caso o auxílio emergencial seja mais vantajoso que o valor recebido no programa Bolsa Família. Como os integrantes do Bolsa Família já estão no Cadastro Único, não será necessário pedir a alteração do benefício. O pagamento será efetuado no valor mais vantajoso, ou seja, no mínimo R$ 600,00, automaticamente.
 Como deve proceder quem não tem Cadastro Único no Governo Federal?
A pessoa que se encaixa no perfil para receber o auxílio emergencial e não estiver no Cadastro Único deverá fazer uma autodeclaração por meio de um aplicativo disponibilizado pela Caixa Econômica Federal. O aplicativo permite que o Ministério da Cidadania e a Caixa Econômica Federal identifiquem os trabalhadores informais, os microempreendedores individuais (MEI) e os contribuintes individuais do INSS que se enquadram na lei e têm direito ao pagamento emergencial, mas não estão no Cadastro Único. 
E quem está no Cadastro Único, mas não integra o Bolsa Família?
Quem está no Cadastro Único e se enquadra no perfil para receber o auxílio emergencial, mas não recebe Bolsa Família, terá um calendário próprio de recebimento do benefício de R$ 600. Essas pessoas não vão necessitar baixar nem se cadastrar no aplicativo. Elas estão identificadas pelo Governo Federal e receberão o valor automaticamente.
Meu CadÚnico está desatualizado. Como devo proceder?  
As famílias que se inscreveram no Cadastro Único até 02/04/2020 e que cumprem com os requisitos para receber o auxílio não precisam estar com o cadastro atualizado para receber o auxílio. Desde que atenda às regras do Auxílio, quem já está inscrito no Cadastro Único, ou recebe o benefício do Programa Bolsa Família, receberá o auxílio automaticamente.
Onde consulta no CadÚnico para saber se tenho direito ao auxílio?
Para saber se você está inscrito no CadÚnico basta consultar no site do Ministério do Desenvolvimento Social em https://meucadunico.cidadania.gov.br/meu_cadunico/ ou pelo aplicativo para celular Meu CadÚnico.
O MeuCadÚnico permite verificar se a pessoa está cadastrada, descobrir o Número de Inscrição Social (NIS), ver quem são as pessoas da família, a renda familiar e gerar um comprovante de cadastramento.
Como posso verificar em qual conta vai ser feito o depósito no caso de CadÚnico de mais de um beneficiário?
Trabalhadores que fazem parte de famílias cadastradas no Cadastro Único receberão o auxílio em conta poupança da CAIXA, que esteja em nome do trabalhador, ou em conta do Banco do Brasil. Para quem não tiver a conta identificada, será aberta automaticamente pela CAIXA uma conta poupança social digital.
Como devem proceder os microempreendedores individuais (MEI)?
Devem baixar o aplicativo criado pela Caixa e preencher os dados para cadastramento e posterior pagamento do auxílio de R$ 600.
E os contribuintes individuais do INSS?
Também precisam acessar o aplicativo e fazer o cadastramento. 
O aplicativo será a única forma de cadastramento para as pessoas que não estão na base de dados do Governo Federal?
A Caixa disponibiliza um site e uma central telefônica para o cadastro de quem não está na base de dados.
Quantas pessoas podem ser beneficiadas por família?
No máximo duas pessoas por família podem receber o auxílio emergencial de R$ 600. Já os pais ou mães que são responsáveis sozinhos por suas famílias têm direito a receber o benefício em dobro, ou seja, R$ 1.200. 
Quem tem filhos e o menor não tem CPF como cadastrar?
Trabalhadores que solicitarem o auxílio via plataforma deverão incluir o CPF para cada pessoa da família. Apenas as famílias beneficiárias do Bolsa Família e aquelas inseridas no Cadastro Único estão dispensadas da obrigatoriedade de CPF para todos os membros familiares.
Quem tem direito a sacar em espécie o auxílio?
Beneficiários e não beneficiários do Bolsa Família, seguindo as regras abaixo.
Beneficiários do Bolsa Família – o saque pode ser feito por todos os trabalhadores da família por meio do cartão do Programa Bolsa Família ou Cartão Social.
Não beneficiários do Programa Bolsa Família:
- Já possui conta corrente: poderá fazer o saque da sua conta normalmente
- Não possui conta corrente: será aberta uma Conta Poupança Social Digital no nome do requerente. Não será possível sacar o dinheiro em espécie, somente realizar transações eletrônicas como transferências, DOC ou TED.
Depois de estar aprovado quanto tempo para cair o auxílio na conta? 
Um decreto do Governo Federal regulamenta o funcionamento do auxílio emergencial e estabelece o cronograma de pagamento.
Quando posso sacar o benefício?
Um decreto do Governo Federal regulamenta o funcionamento do auxílio emergencial e estabelece o cronograma de pagamento. Quem é beneficiário do Bolsa Família receberá o pagamento conforme o calendário do programa, normalmente.
Como saber se vou receber na conta digital?
Trabalhadores (Extracad) que fizerem a solicitação pelo site ou aplicativo CAIXA - Auxílio Emergencial receberão o auxílio em conta corrente ou poupança de qualquer banco, em nome do requerente, ou na conta poupança social digital solicitada no site ou aplicativo.
Já os trabalhadores que fazem parte de famílias beneficiárias do PBF: Será pago da mesma forma que o benefício do Bolsa Família. O pagamento será feito em nome do Responsável Familiar, mesmo quando o beneficiário que tem direito ao auxílio for outro membro da família. Auxílio Emergencial poderá ser sacado pela família beneficiária do PBF com o Cartão Bolsa Família ou Cartão Cidadão.
Trabalhadores que fazem parte de famílias cadastradas no Cadastro Único - não PBF: Será pago em conta poupança da CAIXA, que esteja em nome do trabalhador, ou em conta do Banco do Brasil. Para quem não tiver a conta identificada, será aberta automaticamente pela CAIXA uma conta poupança social digital.
Onde posso sacar o benefício?
Além do depósito em conta, o benefício será pago nas agências da Caixa Econômica Federal, em terminais de atendimento eletrônico e em lotéricas. 
Quanto tempo vai durar o auxílio emergencial? 
Serão três meses, a princípio, período mais agudo da pandemia do coronavírus. 
Quem está com o CPF atualizado e mesmo assim não consegue efetivar o cadastro pois informa que o CPF está inválido.
Se o CPF estiver regular, qualquer restrição apresentada pelo aplicativo Caixa - Auxílio Emergencial, não deve estar relacionada a uma pendência com a Receita Federal.
É importante que o cidadão verifique no ato do preenchimento do aplicativo se o nome do cidadão, de sua mãe (se houver) e de sua data de nascimento coincidem com os dados constantes na base CPF da Receita Federal. 
Caso o cidadão confirme que tenha a necessidade de regularização de dados do CPF, esse poderá ser realizado de forma online e gratuita pelo site da Receita Federal na Internet pelas seguintes opções:
preferencialmente pelo formulário eletrônico Alteração de Dados Cadastrais no CPF
ou pelo chat RFB.
Para os casos em que não for possível regularizar pelo site, o atendimento poderá ser efetuado via e-mail corporativo da RFB ou presencialmente em uma das nossas unidades. Tendo em vista a pandemia da Covid-19, informamos que o atendimento presencial nas unidades está sendo realizada de forma excepcional.
No caso do email corporativo, o cidadão deverá enviar o e-mail de acordo com o seu estado de jurisdição, conforme tabela abaixo, solicitando o serviço de regularização de CPF acompanhada da documentação descrita no endereço.
Tabela de jurisdição por estado e respectivos e-mails corporativos
1ª Região Fiscal (DF, GO, MT, MS e TO) atendimentorfb.01@rfb.gov.br
2ª Região Fiscal (ACM AM, AP, PA, RO e RR) atendimentorfb.02@rfb.gov.br
3ª Região Fiscal (CE, MA e PI) atendimentorfb.03@rfb.gov.br
4ª Região Fiscal (AL, PB, PE e RN) atendimentorfb.04@rfb.gov.br
5ª Região Fiscal (BA e SE) atendimentorfb.05@rfb.gov.br
6ª Região Fiscal (MG) atendimentorfb.06@rfb.gov.br
7ª Região Fiscal (ES e RJ) atendimentorfb.07@rfb.gov.br
8ª Região Fiscal (SP) atendimentorfb.08@rfb.gov.br
9ª Região Fiscal (PR e SC) atendimentorfb.09@rfb.gov.br
10ª Região Fiscal (RS) atendimentorfb.10@rfb.gov.br
Baixe aqui o aplicativo:
Ou faça o cadastro pelo site https://auxilio.caixa.gov.br/